A liberdade

Relendo um texto do Adorno me deparei com um paragrafo que eu havia grifado um tempo atras que dizia que para se ser livre deveria se assumir a angustia e a tristeza. Que o mundo moderno se esforça tanto para nos entreter que esquecemos disso. Da angustia libertadora.

Eu achava que era a angustia existencial. Felipe diz que nao, que deve estar relacionado com a guerra e as mortes que estao sempre presentes nos textos do povo da escola de Frankfurt. Talvez as duas coisas, who knows!

Montreal anda cheia de sol. um sol forte, escaldante. Meus tomates crescem no jardim. Mas meus pensamentos restam distantes.

É através da renuncia que o sujeito se define.

k

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