Repulsion

Polanski, psychoanalysis and gender.

When we are together it feels like I am about to jump. It feels like in suspension. It feels like there is nothing else around me, nothing. Interesting to see that he has so little or nothing at all to do with it. (long discussion about alterity).

There was  Garde Manger this past week and the restaurant is really special. Not so sure it was worth of my 180$ dollars, but it was good I must say. Not just the food, which was exceptional, but the decor, the music, the walls texture, it was like walking into another dimension, amazing experience.

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So now that I’ve decided what I want, I need a bibliography and a plan.

And I need to make my luggage and get ready for Brazil.

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Husband is having weird behavior. I wonder why. Jealousy does not bother me much, but controlling makes me very upset. I wish people were able to verbalize more often what is it that makes them unhappy or uncomfortable. I don’t like when others assume that I have  a sixth sense, sorry to let you know that I don’t have super powers! And I don’t wish to have them. Talking is still the best way to make things clear.

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Repulsion is the name of the movie I will be analyzing.

k

going and coming

As pessoas vem e vao. Tautológico eu sei.  Com os anos, sao tantas as pessoas que vao…     Eu precisava muito daquela conversa com o F. Tudo parecia muito claro depois de ouvi-lo falar. Um dos maiores elogios que ouvi de K. foi que F. e eu éramos um todo dividido. A gente se parece muito.  Basicamente nao é novo. Basicamente eu ja sabia, basicamente eu sempre soube. Basicamente nunca foi. Patético quase.

Terminei finalmente a Luce. A mulher escreve muito bem, e muito bonito. O que fica do livro é uma sensação de reconhecimento, de identificação e de surpresa. Seria com certeza um tópico interessante pro doutorado,  com cinema, com psicanálise.

O dia rendeu boas fotos, rendeu bom textos, rendeu. Acho interessante que mr P diga que penso muito, quando é ele que se preocupa demais. Clichés me cansam fastidiosamente, e ele é um grande cliché. Essa coisa de que nada mais o surpreende, que ele ja viu tudo isso, que canseira! Que tédio deve ser nao se surpreender com mais nada e ninguém. E que prepotência! O mundo é tao fantástico e as pessoas ainda mais, como é que isso pode ficar monótono???

Claro, claro, existe um padrão talvez.

G. andava pela casa semi nu. Tinha uma poesia nos passos que me surpreendeu muito. Me deu um beijo e saiu com o computador na mao, lendo as noticias. Voltou alguns minutos depois, eu ja com o sartre nas maos lendo prazerosamente. Ficou sem jeito, me deu outro beijo e disse que me amava mesmo eu amando outro. No caso, o Sartre. Meu homem é de uma beleza inexplicável, mas muito persuasiva.

Meu domingo acabou muito cedo.

k

=)

 

 

In love with Luce.

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O tempo escorre mais rapido do que eu gostaria e mesmo tentando fazer de Chronos um aliado nem sempre consigo fazer tudo o que gostaria: trabalho em demasiado, namoro em todos os possíveis minutos, cinema, e ler. Mas ando apaixonada pela Luce…

Irigaray3

Acho interessantissimo as questões que ela levanta sobre a exploração da intersubjetividade e a necessidade de se criar o sujeito feminino. A forma como escreve me instiga a reler outras grandes obras como O Segundo Sexo e Os poderes do Terror respectivamente de Simone de Beauvoir e Julia Kristeva. Sao questoes muito pertinentes e cada vez mais recentes.

O blog andou esquecido por pura falta de tempo. Varias coisas interessantes aconteceram nestes ultimos dias mas faltava poética, faltava lirismo, e sobrava muito sono e a escrita nao saia. Ficou restrita à umas folhas perdidas que quem sabe um dia virao a tona.

O amor é ainda e sera sempre provavelmente o que mais me surpreende. Reduz todos os outros sentimentos à impertinência e triunfa soberano. Essa busca à transcendência, ao confrontamento, é o que move o mundo e o que me move.

Saudades dos amigos, dos de perto, dos de longe, dos atemporais.

K